Sexta-feira, 4 de Junho de 2010

20º Capítulo

20º Capítulo

 

 

Narrador:

 

Para ele a semana tinha passado a correr, tudo tinha sido muito rápido. Na semana passada tinha feito o maior festejo da sua vida, o do dia do seu casamento, para ele tinha sido algo especial. Hoje, neste preciso momento, estava dentro do carro, e envolvido num CD para crianças. O seu regresso a casa estava a ser fácil, nada de mais, o mesmo do costume, apenas o facto de o carro estar cheio.

França tinha sido um sitio maravilho e ele próprio queria lá uma vida, junto com a família, muitos dos sonhos que ele queria.

Isabel estava-lhe a dar a mão e foi nesse instante que pararam o carro, junto de casa. Saíram do carro e foram contemplar o mar.

- Olhem, eu vou dar um passeio – afirmou ele apontando para o mar.

Olharam todos e concederam-lhe o pedido. Ele precisava de estar sozinho, a despedida de Aro e Elena tinha-lhe sido difícil, muito, habituara-se a eles e iria sentir saudades de poder usufruir das suas companhias, mas não podia fazer nada.

Olhou para o mar e sentou-se a contemplá-lo, estava triste, frio, tal como o Inverno que se avizinhava, tudo tinha passado muito de pressa, depressa de mão.

Naquele momento a sua cabeça só pensava no que queria realizar no futuro, a ver o filho crescer, quem sabe se uma irmãzinha, a ver os dezoito anos dele, tudo o que desejava e os planos que tinha com a mulher. As viagens que queria fazer, o quanto poderiam estar juntos durante as noites.

Fechou os olhos e pensou em tudo o resto o que se tinha passado e o que estava para vir.

 

****

- Olá – disse-lhe a mulher.

- Que fazes aqui?

- Vim fazer um dever meu.

Ele olhou para ela e ela para ele. Tirou uma arma que tinha nas costas.

- Se eu não posso ficar contigo mais ninguém pode ficar – anunciou ela – tu és meu e sempre o serás.

Apontou-lhe a arma e disparou. Três tiros foi o que lhe passou para lhe tirar a vida e de seguida ecoaram mais dois tiros que tinham sido para ela e acabou por ouvi-la dizer: - Agora é para sempre.

 

**

Comecei a pensar no que estava a sentir, o meu filho órfão de pai, a minha mulher perdia o marido. Os sonhos fugiram-lhe e cabia á mulher fazer o seu trabalho, sabendo que este estaria sempre a olhá-la.

Fim

 

Agradeço a…

 

Em primeiro lugar á minha imaginação e paciência para escrever e para tentar sempre surpreender-vos.

E …

Ao desidério

       Tudy – muito obrigado pela presença;

       Cátia – muito obrigado mesmo e á tua mãe por terem ficado ligadas á minha historia;

Aos restantes no fórum que me deram sempre opinião e me ajudaram, a eles muito obrigado!!!

 

traído por Diogo Simões às 21:28
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19º - Parte II

Parte 2

 

A igreja tornou-se no palco de um cenário terrivelmente horrível, nunca tivera assistido a algo do género.

Xavier queria a mulher e Clary queria-o a ele, era uma situação embaraçosa.

Olhei para Isabel, e desci os degraus do altar e percorri a extensa carpete vermelha que me conduzia á porta. Abria-a e sai para o exterior, não me arrependia, estava tudo confuso na minha cabeça, primeiro, Isabel tinha-me mentido quanto ao não ter nada a ver com Xavier, segundo, Clary estava secretamente apaixonada por mim apesar de agora a ter revelado e em terceiro mas não menos importante a saída de Natali da cadeia. Eu estava completamente baralhado, não sabia o que haveria de fazer, o caminho que haveria de seguir. Fui para o pequeno “pinhal” lá existente e foi como se estivesse em Sunset, aquele cheiro, todas as emoções lhe passavam pela cabeça, os beijos, as traições, as confianças, a felicidade que lhe tinha trazido.

Sentei-me ao pé de um pinheiro e fechei os olhos, mas de instantes abri-os. Isabel estava ao meu lado, assim como o meu filho.

- Atão papa, anda pa festa – disse ele a puxar-me.

- Eu amo-te – falou ela olhando de relance para Martim - e depois de todas as aventuras que passamos assim o continua a ser, eu sempre te amei e sempre te hei de amor, foi paixão á primeira vista.

Eu sabia que ela estava a ser verdadeira e eu sabia, do nosso amor, tinha nascido a criança mais querida e brincalhona do mundo, e eu amava-a, Martim era parte de mim, assim como Isabel.

- Vamos casar ou não? – perguntei eu finalmente.

- Sim, claro.

Seguimos caminho, e fomos para a igreja, acabar a cerimonia que nunca devia ter sido interrompida.

 

traído por Diogo Simões às 19:33
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Quarta-feira, 2 de Junho de 2010

19º Capítulo

19º Capítulo

Casamento

 

Era estranho que já tivessem passados dois dias, não queria acreditar que o meu casamento, o meu, era daqui a três horas, estava muito feliz, como uma onde me tivesse limpado a minha cabeça de todas as preocupações, todas as dúvidas, era um momento tranquilo.

 

 

Isabel já estava a tomar um duche relaxante no Spá que aqui existia, algo que segundo ela, era próprio do local onde se iria realizar a cerimónia.

Os homens bateram á porta. Um som forte mas ao mesmo tempo engraçado.

 

 

- Então, tudo pronto para o festum?

- Ai meu dês, só vocês para me fazerem rir agora – disse eu a rir perante aquelas palavras.

- Então anda, veste-te rápido para irmos para a igreja.

Vesti-me enquanto eles falavam dos resultados fantásticos que a equipa teve e a apresentadoras de TV mais bonitas e atraentes.

- Podem parar de falar disso, existe aqui um homem comprometido meus senhores – todos se riram.

- Pois, e nos temos também – afirmou Aro, seguido de Martin que abanou a cabeça.

 

****

Estava um dia espectacular, não havia melhor que isto.

A Igreja era prefeita, muito bonita, apesar de uns pormenores, mas muito engraçada.

Os convidados chegavam e sentava-se apesar de não serem muitos visto que não conhecias-mos muita gente em França.

Embora a cerimónia estivesse quase a começar o padre ainda não estava no centro para a celebração.

 

****

Os convidados continuaram a agradecer o convite e a dar os parabéns pelo noivado e algumas pessoas já traziam lembranças.

O tempo parou no preciso momento em que Isabel entrou na igreja acompanhada pela melodia do costume.

Entrou, dirigiu-se ao altar e a cerimónia começou.

Ela estava deslumbrante, com o melhor vestido de todos.

- Se alguém desejar interromper esta cerimónia que o faça agora ou se cale para sempre – o padre olho para mim com um ar de alegria pois tinha-se…

- ISABEL, NÃO TE PODES CASAR – berrou Xavier entrando na igreja.

Fez-se um silêncio até que mais alguém se levantou.

- FILIPE, EU AMO-TE –gritou Clary.

 

 

traído por Diogo Simões às 21:19
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Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

18º Capítulo

18º Capítulo

Preparação

O novo dia tinha começado, era radiante, estávamos ali naquele momento os três a falar dos preparativos do casamento enquanto alguns ainda dormiam.

Todos olhávamos para cada nova ideias que aparecia, era radiante e para mim, tinha de ser um dia perfeito.

Clary naquele momento entrou no quarto de rompante, com a cara assustada e com o telemóvel na mão. Todos olhamos para ela com um ar de assustados também, até que algo suou da boca dela.

- Ela está livre … - disse ela tão baixo que foi impossível ter ouvido mais alguma coisa.

- Calma – afirmei levantando-me da cadeira – diz-nos o que aconteceu que nos ajudamos-te.

Ela olhou-me de alto a baixo e prosseguiu.

 

****

Acabara de me levantar, embora já estivesse acordada á bastante tempo, nem consegui imaginar que me ia casar dentro de dois dias, tudo estava perfeito a relação com o meu noivo, digamos assim, o meu querido e amado filho amado por nos dois e por todos. Mas, bolas, tinha-me esquecido do aparecimento de Xavier, que tinha deixado Filipe receoso e dado a Clary uma oportunidade de se aproveitar disso para se fazer a ele, e apesar de ser a minha melhor amiga, e, ficar perturbada, não posso impedir a pessoa que o nosso coração escolhe, mas, tinha de fazer alguma coisa.

Levantei-me, tirei a roupa e fui tomar um duche calmo, de maneira a poder relaxar, pensando que tinha de ir hoje comprar o vestido de noiva e tratar dos últimos preparativos visto que o resto era surpresa por parte de Filipe.

Dirigi-me para o duche e lá tomei o banho.

 

****

Isabel saiu do duche já despachada e vestida e reparou nos olhos que estavam fixos nela.

- Aconteceu alguma coisa?

- Sim mor, tenho de te contar uma coisa.

- O que foi, não á casamento?

- Não, claro que não, mas…

- A Natali foi libertada hoje de manhã, por volta das nove da manhã, basicamente á cerca de uma hora e meia.

- Mas como é que ela saiu? Como, foi o advogado dela, meu deus e se ela sabe do casamento?

- Calma amor, ela mesmo que soubesse não podia vir pois esta em liberdade condicional e não pode sair da cidade, não te preocupes.

Dei-lhe um abraço reconfortam-te e beijei-a suavemente.

- Lamento interromper o casal maravilha mas temos que ir fazer umas compras - disse Clary e Frankie ao mesmo tempo.

Ela olhou para mim e despediu-se.

- Bem, tenho de ir, até logo.

- Até logo.

Despedimo-nos todos e lá fomos.

traído por Diogo Simões às 18:32
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Sábado, 22 de Maio de 2010

17º Capítulo

17º Capítulo

Festa

 

A cara de Isabel ficou alegre de um momento para o outro!

- Aceito sim meu amor, é o que eu mais quero! Ficar unida a ti por todo o sempre.

- Ainda bem.

Nesse momento o quarto ficou vazio, ficando só eu e ela, a mulher da minha vida.

- Posso só perguntar-te uma coisinha? – perguntou ela.

- Claro!

- Foste tu que preparas-te isto tudo? Esta... surpresa?

- Sim, fui, todos os pormenores.

- Obrigada – fez um grande sorriso e prosseguir – depois temos de preparar as coisas, mas agora não, quero aproveitar este momento.

- Não te preocupes com isso.

Agarramo-nos um ao outro e beijámo-nos intensamente, com todas as emoções, sentimentos, com tudo o que existia.

Tiramos as roupas e envolvemo-nos num momento único, afinal de contas, era a primeira vez que assim o estávamos quantos noivos.

O dia passou muito rápido, mas, era um dia especial, e único.

 

****

Acordei de manhã com os primeiros raios de Sol, era um dia diferente como noivo, Isabel estava a dormir completamente agarrada a mim, tentei suavemente tirar os braços dela de cima do meu peito e, algum tempo depois já estava a tomar um banho refrescante.

Vesti-me e entrei de novo no quarto, saindo de seguida para ir ver do meu filho.

Entrei no quarto do nosso grupo.

- Olá Clary! – disse eu.

Clary estava o telefone, assim que me viu ficou com uma cara de espanto, como se tivesse visto um fantasma.

- Sim, é para vires, mas eu já te ligo, até logo! – sussurrou ela – olá, desculpa, estava a … falar com a minha mãe.

- Á muito bem! – disse eu sabendo que aquilo era mentira.

- Queres alguma coisa?

- Sim, quero, sabes do meu filho?

- Não, não sei, desculpa.

Sai do quarto agradecendo e batendo á porta do quarto do Aro e da mãe.

- Olá – disse eu abrindo a porta.

- Posso entrar?

- Sim, claro, entra.

Entrei e lá estava ele, o meu pequeno! No colo de Aro.

- Á, tu estás aqui!

- Bo dia papá! – disse ele.

- Bom dia filho.

- Precisamos de falar contigo! Sobre o casamento e dos pormenores.

- Sim, claro.

- Então é assim …

traído por Diogo Simões às 11:02
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Domingo, 16 de Maio de 2010

16º Capítulo

16º Capítulo

Mistério desvendado

Eles abraçaram-se fortemente e beijaram-se intensivamente transmitindo todo o calor para o ar que os rodeava. Era bonito aquele momento.

- ATENÇÃO, CRIANÇAS, CRIANÇAS – disse Isabel quase gritando.

- Mas é nito mamã![1] – disse o meu filho ajeitando-se no meu colo.

Eles pararam no preciso momento.

- Está bem! – disseram em coro.

Seguimos para dentro logo que a Frankie nos cumprimentou a todos. A estalagem estava cheia por isso fomos para o meu quarto familiar e pedimos lá o jantar.

- Então, tudo bem por aqui? Vi que encontraram a Elena.

- Sou muito importante eu – afirmou ela rindo-se.

- Pois mãe, és sempre importante para mim – afirmou Aro dando-lhe um abraço.

- Obrigada filho!

- Bem, sim, á cerca de dois dias encontrámo-la, e depois …

- Eu depois conto-to amor, pode ser?

- Sim, claro.

Aquele clima era muito romântico, transmitiam todo o claro, todo o amor suficiente para todos nós ficarmos contentes.

Chegámos ao quarto e pedimos as nossas comidas e bebidas.

Clary estava com o seu namorado, Aro com a namorada e a ouvirem o relatar dos acontecimentos e eu e a minha futura esposa estávamos a brincar com o nosso filho.

- Alguém me pode dizer porque estão todos aqui? – perguntou Isabel.

Fez-se um silêncio pesado mas que alguém o interrompeu.

- Alô, alguém me pode dizer?

- Já esta na hora de ela saber – disseram todos em uníssono.

- Sim.

Levantei-me de cima da cama e levei Isabel comigo.

Ajoelhei-me e fiz o pedido.

- Isabel ….

- Sim – os olhos dela brilhavam deixando cair uma breve lágrima que todos vislumbravam.

- Isabel, aceitas casar comigo? – perguntei eu finalmente.

Fez-se um silêncio eterno.



[1] Mas é bonito mamã!

traído por Diogo Simões às 08:56
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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010

15º Capítulo

15º Capítulo

Surpresa

 

Tínhamos ficado todos num grande silêncio, até que eu falei.

- Olá, sejam bem-vindos! – disse eu dando um abraço a cada um.

- O que fazem aqui?

- Bem …nós viemos…

- Eles vieram passar umas férias – afirmei eu sendo parcialmente mentira.

- Á, sendo assim, temos de festejar – Isabel levantou-se e dirigiu-se a cada um cumprimentando-lhes também.

- Olá tios.

Martim falou com a sua pequena voz, mas engraçada correndo a abraçar as pernas deles.

- Olha o meu campeão – relatou Aro pegando nele ao colo.

- Como está o menino? – perguntou Martin.

- To muito bem.

Todos se riram incluído ele que abriu a boca num grande sorriso que todos admiramos.

 

*****

Depois de eles estarem arranjados e com as bajagens arrumadas fomos almoçar á praça.

Peguei suavemente no meu filho ao colo, já adormecido, tentando não fazer nenhum movimento que o acordasse.

- Onde vamos comer?

- Ao mesmo sítio do costume? – perguntou Clary.

- Sim, porque não.

- Sendo assim, vamos, a minha barriga já está com fome.

- Claro Aro, como sempre.

Partimos então reparando em todas as paisagens existentes.

Chegámos ao local e sentámo-nos pedindo vários menus, incluindo um infantil.

- Eu na so peqino.

- Por enquanto és meu pequeno – disse Isabel sorrindo para o nosso filho.

Não demorou muito a aparecer os nossos pedidos.

Comemos rápido, para dar o lugar aos outros habitantes que enchiam o restaurante e saímos assim que pagámos a conta.

- Como estão as coisas lá? – perguntei eu.

- Bem, nada de novidades nenhumas, tudo em ordem.

- Ainda bem – dissemos todos.

Chegámos á estalagem e deparamo-nos com uma surpresa.

- Olá malta – disse ela sorrindo para todos nós.

- Olá meu amor – disse Aro a Frankie.

 

traído por Diogo Simões às 11:58
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Domingo, 9 de Maio de 2010

14º Capítulo

14º Capítulo

Explicado

 

Chegamos á estalagem e todos falavam do helicóptero que tinha saído do monumento mais famoso do mundo, todas as pessoas imaginavam histórias. Pedimos as chaves do quarto e fomo-nos deitar, para termos uma noite de sono tranquila.

 

****

- PAPÁ, MAMÃ, acoda, já é dia!

- Já vai Martim, espera mais um bocadinho.

Deixei de o ouvir e pensei que tivesse ido brincar, até que senti alguma coisa dentro da cama. Abri os olhos e levantei os lençóis.

- CUCÚ! – disse ele a rir.

- Achas que tem piada meu menino – disse eu a rir.

- Mas que alarido vem a ser este? – perguntou Isabel espreguiçando-se – á, és tu meu maroto.

Martim saiu de dentro dos lençóis e abraçou-nos aos dois com a sua força minúscula mas reconfortante.

- Bem filho, agora vou tomar banho.

- A bem![1] – disse ele com a sua vozinha.

Dirigi-me para o chuveiro e preparei-me para um dia grande.

 

****

Descemos as escadas todos juntos e encontramos Clary e Elena a conversarem.

- Bom dia aos dois – disse Clary.

- E eu? – perguntou Martim.

- Bom dia aos três – disse Clary e Elena em uníssono seguidos de uma forte gargalhada por todos nós.

- A Elena estava-me a contar o que aconteceu, e, estou surpreendida.

- Conta-nos.

- Filipe, tu não vais gostar nada, tens a certeza.

Houve uma dúvida muito grande depois do que ela disse, hesitei mas…

- Sim, quero.

- Muito bem, depois de eu ter sido “raptada”, digamos assim, Sousa levou-me para a China, começamos lá uma vida nova, isto era o que ele queria e pensava, mas tive de fingir que gostava dela. Ele estava-me sempre a ameaçar, e eu tinha de fazer o que ele mandava.

- Que tipo de ameaças? – perguntei eu. 

- Foi ele que mandou o guarda dar a arma á Natali, era só para ser de raspão para me assustar, mas ela devia estar muito zangada e revoltada que deu o tiro á “sua maneira”.

- E como soubeste do tiro.

- Nessa manhã ele comprou-me todos os jornais, todos sobre a mesma coisa:” TIRO EM JULGAMENTO PROVOCA FERIMENTOS GRAVES”. Depois disse se eu não lhe obedecesse aquilo ia ficar pior, e começava por mim.

- Sim Elena, mas conta-lhes aquilo. – guinchou Clary.

- Aquilo o que? – perguntamos todos.

- Ele fez isto tudo porque tinha inveja de ti, desde pequeno, tu tinhas sempre a atenção, eras sempre um sortudo e tinhas todas as raparigas que quisesses e eras muito humilde, conhecias toda a gente …

Fez-se um silêncio enorme quando todos se viraram para mim.

- Isso é mentira, passei muitas dificuldades e também, muita dor.

- Deixa-me continuar. Bem ele depois conheceu a Natali e aliaram-se, existia mais qualquer coisa atrás disso, mas sempre que eu falava no assunto ele revoltava-se e não falava comigo durante dias. E foi isto, ele depois quis vir passar para aqui férias e encontrámo-nos.

- E nós também.

- Como é que vocês sabiam?

- Isso é uma longa história, eu depois conto-te.

- Muito bem.

Levantámo-nos das cadeiras e fomos recebidos com um grande barulho e abraços.

Aro e Martin tinham chegado de Sunset Valley.



[1] Está bem!

traído por Diogo Simões às 09:58
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2ª Promo

Espero que gostem:

 

traído por Diogo Simões às 09:36
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010

13º Capíulo

13º Capítulo

Eu acredito

Naquele momento todo o parque ficou deserto, o final do dia estava a caminho e com ele todas as pessoas se foram, no entanto, o “nosso grupo” tinha-se aumentado até a data de entrada de Xavier, o qual eu não conhecia.

Isabel agarrava-o pelo braço, de maneira a que me soltasse. Era um dia em peras, e o meu filho assistia a tudo em primeira fila.

Xavier baixou o braço, e continuou.

- Não estou autorizado a pessoas desconhecidas se aproximarem do meu patrão – disse o homem, que ainda não tinha muita experiencia.

- Eles são conhecidos, fica descansado – disse Sousa com um ligeiro sorriso na cara.

- Bem, sendo eu da autoridade, tenho o direito e dever de te levar.

Fez-se um silêncio que durou muito pouco tempo.

- Por acaso não podes, estamos na França e não em Sunset, não podes minha cara, eu ganhei outra vez.

- Por acaso não, mostra-lhe Clary.

- Mostrar o que? – perguntei eu.

- Já vais ver – disse ela a rir-se.

- Aqui fica o documento em que diz que temos luz verde para fazermos o que quisermos e bem entendermos aqui e em qualquer lugar – disse Clary com uma voz determinante.

- Isso não é possível.

- Claro que é – disse Isabel pegando na arma que trazia.

Houve uma troca de olhares muito rápida e ouviu-se um helicóptero vindo do céu.

- Não me parece.

Sousa desapareceu, assim como Elena. Ficamos todos hipnotizados com tudo o que ele tinha preparado, um verdadeiro estratagema.

Fiquei muito triste, Elena tinha escapado, dei meia volta e comecei a andar em direcção ao infinito.

- ELENA – gritaram todos em uníssono.

Virei-me rapidamente e lá estava ela, toda suja com a poeira que se tinha levantado mas de bom estado.

 Corri rapidamente na sua direcção.

Dela recebi um reconfortante abraço, um abraço amigável, mas familiar.

- Como é que escapaste? Quer dizer, como é que não foste com eles?

- Ele esqueceu-se de mim!

- A sério?

- Parece que sim – disse Clary.

- Quando ele me ia a agarrar eu empurrei-o e ele foi.

Ficamos todos a olhar uns para os outros quando me lembrei da pergunta que tinha presa debaixo da minha língua.

- Mor? Donde conheces aquele homem.

Ela ficou com uma expressão diferente, até que falou.

- Éramos amigos de escola.

- Muito bem, eu acredito em ti, mas agora vamos para a nossa querida e humilde estalagem para nos contares tudo Elena.

- Sim claro, estou muito cansada.

traído por Diogo Simões às 18:42
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Sábado, 1 de Maio de 2010

12º Capítulo

12º Capítulo

Terrível Visão

 

Estávamos todos assustados com aquela visão.

Clary levou Martim para o parque e, nós os dois fomos ao encontro que todos esperávamos.

Caminhamos devagar, tentando ouvir alguma coisa da parte deles, mas nada.

Sentámo-nos num banco perto para os fixar em cada movimento que eles realizavam.

- Eu não resisto Isabel, eu vou lá!

- Não vais não, tu ficas aqui! – disse ela baixando a voz.

- Nem pensar – anui eu saindo do nosso “esconderijo”.

Passei pelas pessoas que lá estavam, umas resmungando de FuteSim[1], outras dos bolos mal cozidos que ali serviam. Todo o mundo estava a pensar em algo leve, enquanto eu estava só cheio de problemas, não eram muitos na verdade, mas sempre dava para me afogar neles.

Caminhei apressadamente até que Sousa me fixou com o seu olhar, um olhar furioso mas de contentamento.

O vento parecia que tinha fugido com medo, a água tinha recuado para o mar. Tudo estava parado e com medo.

- Então, como vais? – perguntou ele dirigindo-se a mim.

- Como é que te atreves a falar comigo?

- Tu és o meu melhor amigo meu caro.

- E achas que um amigo magoa o outro com o rapto de uma pessoa?

Fez-se silêncio, mas ele respondeu com o sue veneno.

- Filipe, não lhe fales assim, é verdade, ele …

- Raptou-te – continuei eu.

- Sim, isso, mas, depois nos apaixonámo-nos um pelo o outro.

- Como é que te apaixonaste por ele?

- Aconteceu! Simplesmente – disse ela sorrindo.

- Isso é impossível.

- Não, não é!

Depois houve uma interrupção surpresa.

- Papá, quem são etes senhois?[2]

Houve um silêncio eterno.

Depois de ele ter falado, dos olhos de Elena saíram lágrimas intermináveis que não paravam.

Olhei para ela sabendo que queria abraçar esta criança como se fosse seu filho, dar-lhe beijos e tudo, mas não podia, por alguma razão ela não se mexia, não falava, simplesmente saiu daquela cena a correr.

- Desculpa Filipe, o Martim fugiu-me. – disse Clary que ainda vinha a correr – fogo, ele parece um motor a correr.

 - Pois, deve seguir a mãe na carreira policial.

- Não te rales com isso, eu ensinou – disse ela dando uma gargalhada sonora.

Aquela conversa, fez-me esquecer que Sousa ainda lá estava e que Elena tinha ido para a casa de banho. Avancei para ir ter com Isabel quando alguém me agarrou.

- Daqui não passa!

Um homem tinha-me agarrado pelo braço causando uma visão assustadora para aqueles que assistiam á cena de horror.

- Pára Xavier – fez ecoar Isabel.



[1] Desporto existente no mundo Sims (inventado para a historia).

[2] Papá. Quem são estes senhores? – Referência a Elena e Sousa.

traído por Diogo Simões às 17:14
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

11º Capítulo

11º Capítulo

Corrida contra o tempo

 

Filipe

(França)

Saímos apressadamente do aeroporto, não conseguisse-mos sair com toda a confusão que se tinha instalado desde o suposto desaparecimento do avião.

Depois de alguns empurrões chegámos ao exterior do aeroporto onde vários carros estavam estacionados.

- Depressa, o nosso está aqui! – gritou Isabel para se fazer ouvir.

Seguimos Isabel que nos indicava o caminho.

- Mas, o carro está bloqueado.

- Fosga-se! – disse Isabel e Clary em sintonia.

- Olhem, estão aqui crianças minhas caras.

- Neste caso só o Martim, não é?

- Sim Clary, agora não é o momento apropriado para umas perguntinhas retóricas.

- Tens razão Isabel, já me calei.

Fez-se um silêncio enorme até que voltei a falar.

- Olhem, temos de ir a pé!

- Estás maluco não?

- Filipe? Vai ser difícil, estas com ele ao colo! Ainda caem os dois e depois os meus dois amores ficam cheios de … [1]

- Ó mamã, eu na que ficar com doidos![2]

Todos deitamos um sorriso enorme para aquela criança que nos consegui fazer tirar do transe.

- Sim, pois, isso não era muito jeitoso!

- E depois o achol pica![3] – disse o meu filho.

- Martim, tem calma, nós não vamos cair, vamos só até a uma coisa grande.

- Boa papá, eu gosto de cosas compidas.[4]

- Sim, eu sei, vá, mas agora temos de ir, agarre-te a mim.

Com muita mas muita força, ok?

- Sim, eu na quero que fujas![5]

Depois de um momento de silêncio entre decidir se haveríamos correr até á Torre Eiffel para o reencontro, alguém falou.

- Desculpem, querem que eu tire o carro para poderem sair? – disse o homem!

- Sim claro, por favor, ficaria muito grato. – afirmei eu.

Depois de o homem ter tirado o carro entramos no nosso e começamos a corrida contra o tempo que, por mais que quisesse-mos que ele parasse, não conseguia-mos.

 

****

Estava um trânsito enorme naquela cidade, mais precisamente naquele dia, mais do que o costume.

Depois de uns bons minutos naquela fila, finalmente conseguimos sair, e Isabel acelerou como se não houvesse amanhã, uma verdadeira corrida contra o tempo.

 

Finalmente tínhamos chegado á torre, para o Martim, e saímos apressadamente olhando para o relógio.

- Estamos atrasados, depressa, vejam se os encontram.

- Sim, claro. – dissemos todos apresados em resposta a Clary.

Saímos todos dispersados a correr em várias direcções até que alguém deu o sinal.

- ELES ESTÃO ALI! – berrou Clary que os via chocadamente.

Eles estavam aos beijos.



[1] Martim substitui as palavras da mãe por ruma fala dele.

[2] Ó mãe, eu não quero ficar com dói-dóis (feridas)!

[3] E depois o álcool pica (arde)!

[4] Boa pai, eu gosto de coisas compridas (alas).

 

[5] Sim, eu não quero que fujas! – Supostamente nenhum filho que os pais fujam, assim como Martim que adora o pai.

traído por Diogo Simões às 17:52
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

Pausa na Produção

Olá a todos, queria agradecer a todos os seguidores desta série.

 

Não sei se reparam mas lanço sempre um capítulo a cada dois dias, excepto ao fim de semana que lanço dois para depois só publicar na quarta-feira visto que tenho tarde livre.

Por diversos motivos, a publicação fará uma pausa a partir do dia 30 de Abril até ao dia 11 de Maio e ai, a pausa será retomada até ao dia 14 de Maio em que depois volta a estar parada até 27 de Maio!

 

Sempre que tiver oportunidade, e isso vai acontecer como é óbvio lançarei um capítulo!

Peço desculpa pelo incómodo causado a vocês.

traído por Diogo Simões às 19:16
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Domingo, 25 de Abril de 2010

10º Capítulo - Parte II

10º Capítulo

Parte II

****

Caros passageiros, o avião com ligação a Sunset Valley – Champes Les Sims, desapareceu dos radares á cerca de meia hora.

****

1 hora antes

 

O dia tinha acabado muito bem, muito radiante, fomos para a estalagem para ambas descansarmos, para o próximo dia.

 Acordei muito bem, era de manhã e o sol penetrava claramente pela janela que existia naquele quarto. Levantei-me e fui tomar um duche rápido e refrescante.

 

 Clary

(França)

 

Levantei-me suavemente e fui ver as horas ao pequeno despertador que levava sempre comigo. Eram nove e um quarenta e sete, era muito tarde. Apresei-me a arranjar e minutos depois já estava óptima como sempre!

Alguém naquele momento bateu á porta.

- Clary, estás acordada? Posso entrar?

- Sim, sim, claro.

- Olha, o Filipe chega agora, daqui a meia hora, queres vir comigo buscá-lo?

- Sim, calo que vou – disse eu com um sorriso na cara, e apesar de amar muito Martin, e a sério que o amava, sentia uma atracão ao mesmo tempo forte por Filipe, desde que nos aproxima-mos quando ele julgava que Isabel estava morta, e quando demos aquele beijo acidentalmente ao qual inventei uma desculpa significativa em que ele acreditou perfeitamente, mas não consigo fazer sofrer a minha melhor amiga ainda por cima visto que é já daqui a seis dias o grande momento não quero estragar nada, mas ainda queria saber mais sobre o tal Xavier…

- Clary, estás ai? – perguntou ela interrompendo o meu longo pensamento.

- Sim, estou, vou só buscar o casaco, vai descendo que eu já te apanho.

- Muito bem, eu espero lá em baixo, vou comer uma maça.

****

O aeroporto estava cheio de gente que partia e chegava para as suas férias.

Sentámo-nos e esperamos que o avião aparece-se.

 

Caros passageiros, o avião com ligação a Sunset Valley – Champes Les Sims, que partiu às 8 horas em hora Sunset Valley desapareceu dos radares á cerca de meia hora, lamentamos esta notícia mas é natural visto que existe uma parte dos céus não vigiada. Enquanto este incidente sem precedente, o segundo avião com a mesma ligação acabou de chegar às nossas pistas, mais notícias serão reveladas, obrigada.

 

O aeroporto ficou numa confusão tremenda, aquele discurso não era dado assim, mas pelos visto aqui era hábito, as pessoas estavam todas a recorrer aos telemóveis para avisar desde jornais, televisões, e os próprios familiares, e em pouco tempo o aeroporto encheu-se de jornalistas a querer saber mais.

Com tanta confusão Filipe apareceu por detrás das portas, com a sua bagagem e por surpresa trazia o filho deles, coisa que não me devia surpreender dado o que tínhamos combinado.

- Filipe - disse Isabel a correr para os braços dele e do filho, um momento muito bonito e que não queria mesmo estragar.

- Olá Clary! – disse ele.

- Olá!

- Olhem, temos de ir, acabei de me lembrar da hora, é daqui a quinze minutos, acham que temos tempo?

- Sim, claro, vamos.

traído por Diogo Simões às 09:23
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Sábado, 24 de Abril de 2010

10º Capítulo - Parte I

10º Capítulo

Visionamento

 

Depois de ter desligado o telemóvel, Clary foi ter comigo a perguntar o que se tinha passado para eu estar a chorar!

- Por favor, diz-me o que foi.

- Foi o Aro, ele acordou! – disse eu abraçando-a.

- A sério, ainda bem! – exclamou ela respondendo ao meu abraço.

 - E mais algumas notícias?

- Sim, o Filipe diz que quer vir ter connosco e que não descansa enquanto não cá estiver!

- Pois… - disse ela virando claramente a cara.

Fiquei tão contente que só me apetecia abraçar o meu amor! Aquele que me trouxe alegrias e tristezas (quando se pôs em perigo por minha causa), tudo nele era bom!

 

****

 

O dia passou-se bem, não vimos ninguém de suspeito nem o nosso querido amigo Sousa e a pobre coitada da mãe de Aro.

Fomos jantar fora! Era um final de tarde radiante e ir para a estalagem não era o melhor.

Sentamo-nos naquele maravilhoso lugar apreciando cada movimento que ocorria á nossa volta.

Pedimos os pratos e minutos depois já estávamos servidas com as bebidas que tínhamos pedido esperando agora apenas pelos nossos pratos.

- Então, quando é que ele vem?

- Amanhã, ele diz que quer estar presente quando a virmos.  

- Pois, é compreensível, ele gosta muito dela!

- Sim, á muito tempo que eles se conhecem! E ele sente-se culpado pelo que lhe aconteceu, afinal tudo isto começou por causa dele.

- Sim, mas isso é mentira, e tu sabes disso.

- Pois sei, por isso custa-me sempre ouvi-lo dizer que a culpa é dele, é obvio que em parte é mas não é, ela é que era maluca, e não aceitou bem a partida dele e depois, vingou-se. – afirmei eu dando um gole na bebida.

Clary tirou um bocado de pão e nesse momento os nossos pratos chegaram e começamos a comer.

Um jantar muito bom e silencioso apenas com o murmuras das pessoas daquela região. Umas cantavam, outros tiravam fotos, que eu e Clary calculamos que fossem turistas. 

 

traído por Diogo Simões às 15:56
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Promo - 1ª

Aqui fica o 1º teaser desta serie:

 

traído por Diogo Simões às 12:59
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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010

9º Capítulo

9º Capítulo

Análise

 

Houve um silêncio muito grande, sendo interrompido pela empregada que nos trouxe um copo de água a nosso pedido. Depois, muito silenciosamente, fechou a porta atrás dela.

- Desculpa Isabel, nãos sabia que tinhas, pronto…

- Diz, não sintas dor. – disse eu bebendo do copo de água!

- Violada, sempre tão contente e não sabia que tinhas assim um fardo enorme nas tuas costas, mas, eu estou sempre aqui, aconteça o que acontecer, estarei aqui sempre presente para te apoiar, SEMPRE – disse ela frisando a última palavra.

- Obrigado! E peço-te desculpa por nunca ter-te contado.

- Não faz mal!

- Sim faz, desculpa, muita desculpa.

- Mas, pára de pedir desculpa, as desculpas não servem para os nossos amigos, visto que, neste caso, sou eu que te apoio e sei como sofres ou deves ter sofrido, por isso, somos sempre amigas, para sempre! – disse ela rodeando-me com os seus braços dando-me um reconfortante abraço e fazendo questão de “sinalizar” a palavra sempre.

- Bem, vamos mudar de assunto, é amanhã que vamos lá, não é!

- Sim. Vamos lá amanhã, mas quero ir lá agora, para ver-mos bem a zona, para sabermos como actuar!

- Sim, claro, mas não devia-mos falar com a polícia? Para nos dar apoio, visto que a Elena está desaparecida?

- Sim, tens razão, mas não prefiro avisar, poderá pior a situação se não acontecer nada, se a “visão” não se realizar.

- Pois, tens razão! – exclamou Clary.

Saímos do quarto e desce-mos as escadas e abrimos a porta recebendo o maravilhoso ar quente daquela tarde.

 

****

Fomos numas espécies de mota até ao monumento mais glorioso de França, e, na minha opinião, fazendo uma figura ridícula!

Chegámos ao local destinado, e estava lá bastante gente, á muito tempo que não ia ali, mas sem dúvida que estava maravilhosa, como sempre esteve.

Clary estava tão contente de ver aquele monumento que até cantava, coisa que raramente fazia!

Vimos vários postos para possíveis vigias, até que fui interrompida pelo som do meu telemóvel.

- Estou – disse eu.

- Sim, sou eu mor.

- Eu sei, mas porque é que estás a gastar dinheiro para me ligar, sabes que eu posso ligar-te de graça do meu telemóvel de trabalho.

- Sim eu sei, mas, estou tão contente, meu deus…

- Mas o que é que aconteceu?

- O Aro acordou…

traído por Diogo Simões às 19:10
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Sábado, 17 de Abril de 2010

8º Capítulo

8º Capítulo

Lembranças

 

Não queria acreditar na visão que estava a ter! Xavier, o meu …. Não queria pensar nisso, apenas queria sair dali o mais depressa possível!

Clary agarrava-me no braço, com força como se tivesse medo de alguma coisa, mas não, o que ela estava a fazer era tentar chamar-me é realidade, coisa que eu não consegui fazer!

- Isabel, Isabel! – chamava Clary.

- Sim, o que foi?

Quando olhei para ver de Xavier já este se encontrava junto a mim!

- Isabel? Conheces este homem?

- Sim, conheço!

- Olá, eu chamo-me Xavier! Muito prazer em conhece-la – disse ele a Clary – e muito prazer em voltar a reencontrar-te depois de todos estes anos!

Fiquei simplesmente calada, ainda não acreditava no que estava a ver.

- Será que vos posso oferecer um café?

- Nós já bebemos, mas podemos fazer-lhe companhia.

- Sim, tens razão – consegui eu finalmente dizer.

- Por favor, tratem-me por tu! Se não se importarem – disse ele, caminhando já na direcção á explanada.

Acompanhámo-lo e sentámo-nos mesmo ao pé da fonte que tínhamos estado á instantes.

- De onde vocês se conhecem? – perguntou Clary.

- Bem eu conto-te, visto que a Isabel não fala.

- Como deves saber, ela nasceu aqui, assim como eu, éramos muito amigos desde pequenos, mesmo muito. Depois fomos para a escola, universidade … sempre fomos bons e óptimos amigos, até que um dia nós apaixonámo-nos um pelo outro. Ao princípio foi estranho pois só nos víamos como amigos, mas todos os nossos amigos nos apoiaram e acham que fazíamos um bonito casal, em fim. Depois de acabarmos o curso e seguimos as nossas vidas, sempre juntos.

- E depois ele foi trabalhar para Sunset Valley e nunca mais nos vimos – disse eu com toda a frieza possível.

Ele olhou para mim, pois sabia que era mentira e depois continuou – sim, exactamente!

- Muito bem, uma historia muito interessante sem duvida, e que fazes?

- Agora neste momento sou segurança de um casal, se não me engano.

- A conversa está a ficar muito boa mas temos de ir, desculpa Xavier, a gente vê-se por ai, adeus – disse eu agarrando em Clary e obrigando-a a andar á pressa.

Chegamos ao quarto e SE-me no pequeno sofá que lá havia.

- O que se passa? – perguntou Clary.

- Nada, não te preocupes!

- Eu conheço-te muito bem, deita cá para fora.

Pensei muito, e decidi contar-lhe pois não sabia se ele iria fazer algo idêntico.

- Ele não foi para Sunset, ele ficou aqui e ele foi passar uma noite a minha casa, ele estava bêbado e …

- E …

- Violou-me.

traído por Diogo Simões às 20:39
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7º Capítulo

7º Capítulo

Sofrimento

 

Isabel

(França)

 

Finalmente tínhamos chegado ao nosso destino! Á muito tempo que não ia a Champs Les Sims, já me tinha esquecido como era bela aquela cidade, cheia de gente magnífica e muito simpática!

Clary estava a meu lado, nunca tinha ido ali, e, durante o tempo de viagem ia-lhe ensinando algumas coisas. A viagem não durou muito tempo, foi muito breve, basicamente seguimos apenas para a estalagem que lá se encontrava e depois fomos dar uma volta àquela linda e maravilhosa cidade.

Sentámo-nos num pequeno bar que lá havia e pedimos dois cafés e ela começou.

- Então? Vejo que não é a tua primeira vez aqui! – afirmou ela olhando para mim.

- Pois não – disse eu, escondendo a cara que tinha marcas de tristeza – eu já cá estive várias vezes, e eu nasci aqui, como te tinha dito – disse eu tentando desviar a conversa.

- Sim, pois foi, peço desculpa, mas nessa altura estava super preocupada, lembras-te?

- Sim, foi nessa altura que apareceu uma ameaça de bomba e eu tinha-te contado enquanto… estávamos atrás dos arbustos, meu deus, nós e os arbustos – afirmei eu deitando uma gargalhada sonora.

- Pois é, lembro-me tão bem! Como se fosse ontem!

De momento só se ouvia a água a correr da fonte que ali existia. O cheiro espalhava-se no ar rapidamente, assim como o murmurar das pessoas começava a aumentar á medida que o tempo passava.

- Olha, quando vamos para a Torre Effile? – perguntou Clary.

- Daqui a dois dias!

- Como sabes? Posso saber?

- Que parvoíce sim, e tens de saber, tens de me ajudar, o Filipe reparou num relógio que lá havia e marcava o dia dezanove se sendo hoje dia dezassete, pronto…

- Muito bem, então anda, vamos dar uma volta, pode ser que os encontremos antes do tempo.

- Sim, claro, boa ideia.

Saímos da explanada, e andamos pelo parque. Todas as pessoas nos cumprimentavam, eram sempre muito simpáticas.

- Então Clary, como estás tu e o Martin?

- Estamos bem, gosto mesmo muito dele, quem sabe se não havemos de casar.

- Casar – disse eu numa voz triste.

- Porque estás triste, pelos menos na tua voz!

- Fizeste-me lembrar o Filipe, ele a esta hora deve estar agarrado ao telemóvel á espera de algum sinal meu.

Sem esperar por mais, agarrei no telemóvel e mandei-lhe um SMS:

 

Eu e Clary já chegamos,

bj e até logo.

 

Coloquei-o no bolso, e alguém me chamou.

- Isabel – assimilei eu - és tu!

- Xavier?

traído por Diogo Simões às 15:13
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Nova Imagem

Aqui fica uma nova imagem para a  série, hoje irá sair mais um capítulo (o 7º) espero que gostem tal como os outros!

 

traído por Diogo Simões às 10:52
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

6º Capítulo

6º Capítulo

Viagem

Nunca mais chegava a hora de Isabel se vir despedir de mim, tínhamos combinado às duas da tarde e já estava um quarto de hora atrasada.

Saí da cama e fui á casa de banho beber um copo de água. Quando sai de lá o meu amor apareceu e rodeou-me com os seus braços reconfortantes e macios.

- Vou ter saudades tuas, muito e quando voltar quero já ter o casamento preparado – disse ela com um breve sorriso.

- Sim, claro, tencionava ser a minha surpresa – disse eu, e dizia a plena verdade, Clary e Frankie vinham sempre ter comigo para me ajudar nos preparativos.

- Acho bem – disse ela soltando uma radiante gargalhada.

Depois largou-me e deu-me uma coisa.

- Para ti, para te lembrares sempre de mim nos teus momentos difíceis da vida, que os teus amigos estejam sempre contigo e que nunca te abandonem – disse ela com um tom triste mas ao mesmo tempo meigo.

- Muito obrigado, adorei, aceiro, amei, a sim como te amo a ti – assenti olhando para uma fotografia que tinha-mos tirado á um mês a trás todos juntos.

- Agora tenho de ir – depois de ter dito aquilo, beijou-me num beijo forte e adoçado, um beijo sem dúvida mágico como se fosse uma despedida definitiva!

- Espero que sintas a minha falta assim como eu irei sentir a tua, em todos os teus momentos difíceis, eu vou estar lá sempre, mesmo estando ou não ocupada, o que importa é o nosso amor que sentimos, adeus amor.

De seguida, fechou a porta do quarto e foi-se, foi-se para procurar lago, iria sentir muito a sua falta assim como a minha boa amiga Clary.

Abri o roupeiro e tirei o meu pequeno MP4 e coloquei-me a ouvir a música mais bela que conhecia em que a minha vida se introduzia, para variar a Isabel é que ma tinha posto na cabeça.

 

Light up, Light up

As if you have a choice

Even if you cannot hear my voice

I'll be right beside you dear.[1]

 

Cantava eu na minha cabeça, uma música adorada por mim, que tratava o meu sentimento, de tristeza, amor e saudade, por aquela que ia e iria sempre amar!

Dirigi-me para o quarto de Aro e sentei-me ao seu lado e na esperança que ele reagisse, ao que lhe disse-se, por isso comecei a contar o que iria acontecer e a minha ideia maravilhosa para o meu casamento.

 

****

Lá estava eu, mesmo á frente do aeroporto, e não parava de olhar para o telemóvel na esperança de ter recebido alguma mensagem do Filipe, e apesar de saber que ele estava triste por não vir, apenas fiz o que o meu coração me dizia, para esperar que ele recuperasse!

Clary estava ao meu lado para me ajudar e me dar todo o apoio possível naquela missão que pareci quase impossível de resolver, guiando-nos apenas por uma visão.



[1] Acenda, Acenda, como se tivesse escolha, mesmo se tu não puderes ouvir a minha voz, Estarei ao teu lado, querido – Run – Leona Lewis.

traído por Diogo Simões às 19:27
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Terça-feira, 13 de Abril de 2010

5º Capítulo

5º Capítulo

De Volta

 

O dia tinha começado cedo no hospital, uma grande correria, e eu despertei do meu sono profundo, quando acordei lembrei-me que tinha adormecido no quarto de Aro e tinha de me despachar antes que Isabel aparece-se para me vir buscar, visto que ia ter hoje alta.

Levantei-me e abri aquelas portas pesadas, em direcção ao meu quarto. Só agora reparara que este era todo de branco, menos os móveis que se encontravam no espaço.

Abri-o e vesti uma roupa cómoda que me fizesse sentir bem. Arrumei as minhas coisas e fui para a casa de banho. Puxei a água do lavatório e foi ai nesse momento que a minha cabeça ardia, ardia muito.

 

 

O dia estava ameno, duas pessoas estavam debaixo de uma torre, bem neste caso era a Torre Effiel. Fiquei admirado com aquele cenário, mas não poderia acreditar que estava debaixo dela, era Elena e Sousa, e mais outro homem vestido de preto! Era uma visão um bocado assombrosa!

 

Mas fui afastado de lá quando senti alguém a chamar-me. E sim, acordei, e Isabel estava com uma toalha na mão para me limpar a cara que estava molhada com a água que saia da torneira.

Ainda estava meio atordoado quando me sentei suavemente na cadeira, o dia estava cinzento mas muito calmo, diria mesmo muito calmo, apenas o hospital estava num corrupio.

- Filipe, o que estavas a fazer?

- Bem eu, eu – parei, pois sabia que estava a gaguejar e continuei vagarosamente – eu abri a torneira e depois parei, como se tudo estivesse parado e parece até ter ouvido um estalo dentro da minha cabeça e depois tive uma…

- Visão?

- Sim – anui eu – desculpa, é que parece que estou dentro de um filme de ficção científica.

 

- Eu compreendo, ainda é uma coisa um bocado macabra ver, bem, o futuro.

Houve um longo momento de silêncio e Isabel voltou a falar numa foz “forte” e confiante.

- Mas, o que viste ao certo?

Pensei naquela pergunta verdadeiramente bem e tentei lembrar-me de todos os pormenores da minha “suposta visão”.

- Vi Sousa e a mãe de Aro, a Elena, debaixo da Torre Effiel sentados num banco e com uma espécie de segurança ao pé deles.

Isabel olhou para o telemóvel e depois para mim.

- Tens a certeza?

- Sim, absoluta.

- Então vamos apanhar um avião.

- Muito bem, eu vou arrumar as coisas já.

- Nem penses, estás maluco, só Aro vem comigo e a Clary.

- Mas, mas eu já estou bem.

- Eu conheço-te de ginjeira.

- EU VOU, FUI EU QUE TIVE A MER* DESTA VISÃO, TENHO MAIS DIREITO IR DO QUE TU! – só reparara agora que estava a gritar com o meu querido amor – desculpa, tens razão eu fico.

- Eu sei que é difícil, mas tenta entender, não te quero perder e estás num estado lastimável.

- Muito bem, eu fico! – assenti eu com a cabeça.

- Eu vou passar pelo quarto de Aro, para o ver, até já – despediu-se ela saindo do quarto.

 

traído por Diogo Simões às 20:12
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Domingo, 11 de Abril de 2010

4º Capítulo

4º Capítulo

Acordado

O tecto era branco como a neve, os lençóis brancos como o frio. E tudo era branco, sinal de tristeza para os japoneses. Meu deus, devias estar maluco, estou a delirar só pode - disse eu.

Abri suavemente os olhos, e estava no campo, sentado num banco, pequeno e vermelho, tornei a fechá-los e voltei novamente a abri-los, estava na escola, na minha antiga escola, mas só que modificada e um pouco modernizada. Toquei suavemente na mesa e depois na cadeira, no local onde me sentava. Uma voz chamava-me.

- Filipe, acorda! Filipe, anda ter comigo – dizia a pessoa a chorar.

Depois tudo se tornou ofuscado e voltei ao local tinha adormecido no dia anterior, no hospital, e Isabel estava ao meu lado, a chorar de braços cruzados em cima da cama.

- Isabel, Isabel – chamei eu – para, que estás a fazer?

- FILIPE, ACORDASTE – disse ela com um enorme sorriso.

- Sim, e, meu deus, dói-me muito a cabeça.

- Sim, eu sei, ficas-te doente, uma coisa que os médicos não sabem o que é, mas eu sei… - disse ela fazendo uma breve pausa – quando estiveste com a Natali ela deu-te alguma fez uns comprimidos, bebidas, ou outra coisa do género?

- Sim, quando eu apanhei uma constipação ela insistiu para que eu os tomasse, sim, agora que falas nisso.

- Pois, ela já fez isso, não é nada de mais, são uns comprimidos que reagem com algumas partes do teu cérebro e que a ciência ainda as estuda. Ela é muito esperta e consegue sempre saber todo o tipo de reacções do nosso corpo, e fez esses comprimidos.

- Mas o que fazem ao certo? – perguntei eu.

- Fazem ver-te uma possível visão do futuro.

Tudo parou na minha cabeça, todos os pensamentos, tudo tinha parado, agora lembrava-me claramente do meu sonho de á uns meses.

- Tu por acaso não foste baleada? Á uns meses?

- Porque perguntas isso?

- Porque á uns meses tive um pesadelo, e tu eras parte dele, ias ser baleada.

A cara dela mudou de expressão rapidamente.

- Sim, ia sendo baleada quando estava a explorar o laboratório dela, mas a Clary na altura fez-me tropeçar e a bala foi á parede.

- E ficas-te bem?

- Sim, agora, meu deus, o teu coração está a bater fortemente, o médico disse para não te massacrar muito.

O que ela estava a dizer era verdade, o barulho irritante das máquinas não parava de aumentar.

Fechei os olhos e voltei para o meu mundo, o mundo dos sonhos.

 

****

Levantei-me e fui ver Aro que estava no quarto ao lado. Se Isabel me visse estava frito, mas tinha de ver o meu filho a fingir, bem, deviam ter-me dado com um martelo na cabeça, não conseguia dizer coisa com coisa.

Abri a porta suavemente tentando não fazer barulho para o acordar. Lá estava eu outra vez, ele estava em coma, como iria ele açor… Pára, chega, até é bom pensar que está só a dormir suavemente no seu mundo.

Olhei para ele e sentei-me na cadeira mais perto da sua cama. Olhei para a janela e cai novamente num sono melancólico e cheio de tristeza.

 

traído por Diogo Simões às 07:55
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Sexta-feira, 9 de Abril de 2010

3º Capítulo

3º Capítulo

Adormecido

 

 

O médico não parava de olhar para as folhas para confirmar.

- Sim, meu amigo, é a décima vez que vejo, não estou enganado, lamento, mas como já lhe disse o Sr. Aro entrou em coma!

- Mas, não pode ser, por favor veja …

- Agora tenho de ir, lamento, até já!

- NÃO, POR FAVOR! – disse eu agarrando na bata do médico.

De imediato chegam duas enfermeiras que me agarram.

- Por favor tenha calma, venha connosco – disse uma das enfermeiras agarrando-me nas pernas – vai ficar melhor.

Levaram-me para uma sala e deram-me um calmante. Comecei a ver tudo á roda, até cair num sono melancólico, um sono profundo.

 

****

- Estou sim?

- Sim, daqui fala do hospital Sunset, em que lhe posso ser útil?

- Queria saber de um paciente que entrou hoje de manhã, chama-se Aro.

- Sim, deixe-me procurar.

Passados alguns minutos que pareciam uma eternidade, a voz da angelical da senhora da secretaria voltou a falar!

- Sim, mas entrou aqui outro senhor que era seu amigo!

- Quem? – perguntou Isabel.

- Um tal senhor Filipe, só lhe posso dizer que esta aqui internado, e quanto a Aro está em estado de como, lamento deixa-la nesse estado. Deseja mais alguma coisa?

- Não, eu vou já para ai.

Desliguei o telefone e dirigi-me para o meu chefe!

- Posso entrar – disse eu batendo á porta.

- Sim, sim, claro, entra! – disse o homem com a sua voz forte.

- Será que posso sair mais cedo. O meu noivo está no hospital, e meu amigo esta em coma – disse eu a deitar a primeira lágrima.

- Sim, sim, claro, se precisares de alguma coisa diz.

- Muito obrigada, agora tenho mesmo de ir!

Sai a correr da esquadra e dirigi-me para minha casa, para tirar a farda.

Tenho de me despachar, Tenho de me despachar. Repetia eu constantemente na minha cabeça.

Entrei em casa, vesti uma roupa cómoda e confortável e dirigi-me para o hospital!

Estava lá uma grande confusão, principalmente cheio de jornalistas, a quererem saber de Aro, visto que estava envolvido no julgamento do século!

- Boa tarde, queria saber em que quarto se encontra um paciente, o seu nome é Aro.

- Sim, muito bem, siga-me – disse a enfermeira.

Entramos por um corredor que dava acesso a vários quartos. Entramos no que dizia 16 na porta.

Lá estava ele, Aro, com os olhos fechados ligado a várias máquinas.

- Aqui á frente está o Sr. Filipe, está apenas adormecido, daqui a pouco acorda. Ele estava muito nervoso, tiveram de lhe dar um calmante forte para ver se adormecia!

- Sim, obrigado – disse eu deitando uma pequena lágrima – será que me pode deixar sozinha aqui?

- Sim, claro, esteja á vontade.

A enfermeira saiu, bateu suavemente com a porta e sentei-me numa cadeira próxima da cama de Filipe.

- Eu devia ter vindo contigo que estúpida – disse eu em voz alta – UPS, desculpa, descansa muito, eu vou ver o Aro, ele ainda deve estar pior sem a mãe por cá!

 

***

- Não acredito – disse ela olhando para a capa do jornal

- Porque me estas a fazer isto? A ele, porque? Faz-me antes a mim! – disse ela.

- És demasiado bela para se estragar – disse o homem com um breve sorriso.

- Elena, eu sei que és mãe dele, mas agora tens de fazer o que te digo! – anuiu Sousa.

traído por Diogo Simões às 20:43
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Quarta-feira, 7 de Abril de 2010

2º Capítulo

2º Capítulo

Tudo de Novo

 

 

No tribunal fez-se uma agitação enorme depois daquela situação. Os guardas prisionais entraram logo pelas portas do tribunal e conseguiram levar Natali, mas com um anestésico. Natali mesmo assim saiu aos berros e, fortemente condenada a vinte e cinco anos de prisão.

Aro estava a no chão deitado de barriga para cima depois de eu e Frankie o temos conseguido virar.

- Pessoal, já chamei a ambulância eles vêm a caminho.

- Ainda bem! E o que podemos fazer?

- Eu não sei muito, apenas tive o curso de primeiros socorros!

- Vá lá, é melhor que nada!

- Sim, muito bem, arranjei-me um pano!

- Toma, disse eu tirando a T-Shirt.

- Não te importas?

- Não, vá despacha-te.

- Sim, claro, meu amor, tudo vai ficar bem – dizia ela limpando a ferida e tentando desesperadamente parar com o brotar do sangue.

O sangue de Aro não parava tive que chorar, não aguentava velo assim, naquele estado. Isabel viu-me e abraçou-me.

- Não fiques assim, ele – disse ela olhado para Aro – vai ficar bem.

- Ele era como se fosse meu filho!

- Eu sei, os paramédicos estão quase ai!

- Mas ainda não entendi! Porque é que o segurança lhe deu a arma!

- Pois, eu sei, recebi agora a chamada, encontraram o segurança “verdadeiro” dentro do seu carro amordaçado e preso, suspeitam que este, o que colaborou com a Natali fez esse serviço.

- Pronto, okey, percebi mais ou menos.

- Pois, estás confuso meu amor.

- Papá, tu tar triste – disse Martim.

- Sim – disse eu e Isabel em uníssono rindo da sua fala – sim, ele está triste, mas vai ficar melhor.

Às vezes esquecia-me de tudo e pensava em como era bela a minha família a minha noiva, visto que ainda não tinha casado, o meu filho Martim que ia fazer um ano a neste mês, era esperto, até para falar.

- Papá, tas i? – disse Martim batendo na minha cabeça.

- Sim filho estou aqui! – disse eu rindo.

- Ele faz-te bem Filipe, já te pôs a rir!

- Sai á mãe.

Ouviu-se a ambulância a aproximar-se do local. A juíza estava á porta para os receber e contar-lhes muito rapidamente que tinha acontecido.

- Muito bem, não se preocupe, nós tratamos do caso!

- Depressa, tragam a maca! E a maleta – dizia um deles.

- Sim, vamos já.

O paramédico chegou junto de nós e disse-nos para nos afastarmos.

- Nós vamos levá-lo para o hospital. Alguém quer vir?

- Sim - disse eu e Frankie ao mesmo tempo.

- Não, tu és namorada dele, vai tu!

- Não, vai tu, conhece-lo á mais tempo, e podes ajudar melhor, vai, por favor.

- Como queiras.

Entrei com um salto para dentro da ambulância e lá fui eu.

 

****

O hospital estava deserto, quase sem ninguém, apenas com a recepcionista e os pacientes e alguns visitantes, nada comparado com outros dias.

- Senhor Filipe?

- Sim, estou aqui, bom dia.

- Muito bom dia, está aqui para ver de Aro, certo? – perguntou o médico folheando nas suas dezenas de folhas.

- Sim, estou, passa-se alguma coisa?

- Sim, desculpe não trazer-lhe as melhores notícias mas …

 

 

traído por Diogo Simões às 11:45
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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010

1º Capítulo

1º Capítulo

Julgamento

 

3 MESES PASSADOS

 

- Finalmente sua cabra – disse Natali pegando na arma que o segurança lhe dava.

Sem que ninguém reparasse, deu um tiro.

 

1 Hora antes

 

- Estamos hoje aqui reunidos perante o tribunal de Sunset Valley, no dia 3 de Abril de 2010, para o julgamento de Natali Dante Wikiki, cujos seus problemas afectara praticamente ….

Era stressante ver a juíza a falar de coisas que aconteceram praticamente há um ano, não menos, sim, três meses. Isabel estava a meu lado, com o nosso filho ao colo, Clary estava com o seu novo namorado, Martin, e Aro estava sentado, sem a sua querida mãe, apenas com o apoio da sua namorada Frankie.

- É verdade que subornou pessoas para obter o que queria?

- Sim – afirmou ela com a cabeça.

- É verdade que mandou matar o Sr. Nicolau, dono do banco mais famoso de Champes Les Sims?

Houve uma espera terrível.

- Vou repetir, é verdade que mandou …

- Sim, é verdade – afirmou ela com convicção.

A voz dela falhava, já era o quinto dia com este julgamento, mas ela recusava sempre a responder, até que a juíza a amaçou e disse-lhe que ia ter uma última oportunidade, hoje, neste preciso momento, e parecia mesmo que estava a aproveitá-la.

- Senhora Isabel Henriques! Avance á frente por favor.

- Pode dizer-nos a razão porque fingiu estar morta? E mentir a toda a gente?

- Sim.

Isabel fez uma pausa e prosseguiu - Eu e a minha parceira Clary, já tínhamos lidado com esta situação á cerca de 8 anos, com ela, quer dizer com a Natali…

- Sim, continue por favor.

- Eu sabia que ela iria fazer chantagem visto que é única maneira de ela actuar. Juntamente com a minha colega, congeminamos um plano de me fazer fingir morta para ela não usar isso contra Filipe.

- Filipe Henriques, seu noivo.

- Sim, exactamente, e sendo eu agente da polícia, alistada já para o FBI, tomei esta decisão. Fui para uma casa de uma amiga e contei-lhe tudo.

- E de onde conhece o senhor Chaster King?

- Pois, ele, segundo sei, alguém o “compro” e ele ajudou no rapto da mãe de Aro.

- Aro Santas?

- Sim, sou eu – disse Aro levantando a cara!

- Pode voltar a sentar-se, já o chamarei! – disse a juíza fazendo um breve sorriso.

- Pode fazer o favor de continuar!

- Sim, claro, bem, tal como disse, ele raptou a sua mãe.

- E como tem a certeza?

- Mandei uma equipa ao aeroporto, e eles fizeram o seu trabalho e descobriram que tinha partido logo a seguir á minha última chamada que eu lhe tinha feito.

- Muito bem – fez-se um breve silêncio – Aro Henriques! Por favor, chegue-se á frente.

Aro teve muita dificuldade em levantar-se, Frankie teve de o ajudar.

- Muito bem, visto que já está pronto, vamos começar. Qual foi a última vez que viu a sua mãe?

- Foooii, á cercaa de três meses – disse Aro a gaguejar, recompondo-se rapidamente – Foi á cerca de três meses, antes de ter entrado na casa de Filipe, ela disse para eu ir lá e falar com ele para lhe contar o que Natali queria fazer. Depois de lhe ter contado, ele disse que não a devia ter deixado sozinho, depois quando ia para a ir chamar, e, notei que ela tinha… - Aro fez uma breve pausa – tinha-se sumido.

- Senhor Aro, sei que está a sofrer muito, mas decerto que já estão a procurar a sua mãe, por isso, qualquer informação que tenha será bom para ajudar a mim e os seus colegas.

- Mas a mulher é juíza ou polícia? – perguntei eu baixinho a Isabel.

- As duas coisas, é por isso que ela quer saber tanto! Já trabalhei com ela há uns anos. – anuiu Isabel ao meu ouvido fazendo-me arrepiar.

- Bem, vejo que não tem mais informações para me dar, está encerrada a sessão – disse a juíza batendo fortemente com o martelo.

- Finalmente sua cabra – disse Natali pegando na arma que o segurança lhe dava.

Sem que ninguém reparasse, deu um tiro a Aro, que pela lógica seria para a juíza que acabara de sair perto dele.

 

 

traído por Diogo Simões às 16:43
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Sexta-feira, 2 de Abril de 2010

Informações

Bem, queria dar as boas vindas a este novo espaço.

Para comentarem têm de clicar onde diz trair ( substitui por comentários).

 

Se tudo correr bem, segunda feira poderão assistir ao 1º Capítulo.

 

Até lá, Boas Traições...

traído por Diogo Simões às 13:48
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Traição: O Retorno

 

Depois do julgamento passados três meses, Filipe, Aro, Isabel e Clary, partem numa aventura pelo mundo. Algo terrível irá acontecer! NÃO PERCAM

 

 

 

 

TRAIÇÃO: O RETORNO Coming Soon

traído por Diogo Simões às 10:31
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